Colaboradores aprendem como agir em casos de parada cardiorrespiratória

Colaboradores aprendem como agir em casos de parada cardiorrespiratória

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Como não é possível prever uma emergência, a Divisão de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Maceió vem realizando diversos treinamentos nos setores assistenciais do hospital abrangendo também os setores administrativos.

Idealizado pela cardiologista Alayde Mendonça Rivera, gerente de Ensino e Pesquisa da instituição, o Treinamento em Suporte Básico de Vidas (BLS) desta semana ocorreu na sala da Arquitetura, reunindo também a equipe da Assessoria de Comunicação.

A enfermeira e supervisora da Divisão de Ensino e Pesquisa Andreza Andrade vem orientando os colaboradores sobre como identificar uma parada cardiorrespiratória e como realizar as manobras de suporte básico de vida.

O treinamento consiste na apresentação teórica, seguida de demonstração com boneco próprio e simulações de atendimento. Os participantes realizaram compressões e ventilações (respiração boca a boca ou usando o instrumento de ventilação manual de uso hospitalar chamado ambu).

A literatura médica estima uma redução de 10% na sobrevida do paciente em parada cardiorrespiratória a cada minuto que o indivíduo permanece nessa condição. Por isso, é preciso manter a circulação sanguínea por meio das compressões torácicas pelo tempo que for necessário até que o socorro médico chegue.

Fonte: Santa Casa de Maceió

Como não é possível prever uma emergência, a Divisão de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Maceió vem realizando diversos treinamentos nos setores assistenciais do hospital abrangendo também os setores administrativos.

Idealizado pela cardiologista Alayde Mendonça Rivera, gerente de Ensino e Pesquisa da instituição, o Treinamento em Suporte Básico de Vidas (BLS) desta semana ocorreu na sala da Arquitetura, reunindo também a equipe da Assessoria de Comunicação.

A enfermeira e supervisora da Divisão de Ensino e Pesquisa Andreza Andrade vem orientando os colaboradores sobre como identificar uma parada cardiorrespiratória e como realizar as manobras de suporte básico de vida.

O treinamento consiste na apresentação teórica, seguida de demonstração com boneco próprio e simulações de atendimento. Os participantes realizaram compressões e ventilações (respiração boca a boca ou usando o instrumento de ventilação manual de uso hospitalar chamado ambu).

A literatura médica estima uma redução de 10% na sobrevida do paciente em parada cardiorrespiratória a cada minuto que o indivíduo permanece nessa condição. Por isso, é preciso manter a circulação sanguínea por meio das compressões torácicas pelo tempo que for necessário até que o socorro médico chegue.

Fonte: Santa Casa de Maceió